‘Respeito aos nossos ancestrais é dever histórico’, destaca Arthur Neto no Dia Internacional dos Povos Indígenas

Pré-candidato a senador, aprovado em convenção da federação PSDB-Cidadania, Arthur Virgílio Neto reforça que o respeito à causa indígena, uma de suas fortes bandeiras de luta ao longo de seus 45 anos de vida pública, é um dever histórico. “Como bom filho de Ajuricaba, essa causa é minha e precisa ser de todos nós”, publicou em suas redes sociais.

A mensagem de apoio se dá em referência ao Dia Internacional dos Povos Indígenas, que é celebrado neste nove de agosto. A data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), no ano de 1994, tem o objetivo de chamar atenção e garantir os Direitos Humanos às diversas etnias existentes no mundo.

“Isso não é mais um alerta, mas uma convocação a respeitarmos nossos ancestrais, nossa cultura milenar e de reconhecermos o quanto ainda temos a aprender com todos eles, com seus saberes e tradições. Sem dúvida, se eleito senador, é um compromisso que já assumi, o de lutar por essa causa, como tenho feito nas últimas décadas”, declarou Virgílio.

Arthur Neto manifestou seu compromisso com a causa indígena em diversas ocasiões. Quando prefeito de Manaus, por exemplo, investiu em infraestrutura, abastecimento e saúde no local considerado como o primeiro bairro indígena de Manaus, o Parque das Tribos, zona Oeste da capital. Além disso, com a campanha internacional “SOS Amazônia”, lançada por ele aos líderes do G20 no primeiro ano de pandemia de Covid-19, destinou ajuda para diversas etnias que vivem nas áreas urbanas e rural de Manaus.

Já como pré-candidato ao Senado, Arthur Virgílio esteve recentemente na comunidade do Molongotuba, no município de Barreirinha, onde residem indígenas da etnia Sateré-Mawé, que pediram ajuda ao ex-senador para terem acesso à educação superior. Em outra ocasião, também se reuniu com lideranças de etnias do Alto Rio Negro.

“Clamo a todos, especialmente nós, amazônidas, região onde vive a maioria das etnias indígenas do Brasil, para que nos unamos em defesa desses povos”, escreveu Arthur em recente artigo para jornais locais e nacionais. “É preciso fortalecer instituições indígenas, trabalhar planos de gestão territorial e ambiental e agir contra crimes”, concluiu.

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