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FIEAM e CIEAM recebem comitiva de mídia nacional para conhecer o PIM

A Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM) e o Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) receberam ontem, 16, profissionais da mídia nacional no SESI Clube do Trabalhador. Na ocasião, os jornalistas foram recebidos pelos presidentes da FIEAM, Antonio Silva e, do CIEAM, Luiz Augusto Barreto Rocha, que apresentaram o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) e sua importância para o crescimento econômico do Amazonas e do Brasil.

Na comitiva de jornalistas estavam Guilherme Pimenta (Valor Econômico), Hellen Leite (Portal R7), Lucas Mota (Problemas do Brasil), Eduardo Cucolo (Folha de São Paulo), Marina Amazonas (Exame) e Luis Felipe Granado (Portal iG Economia).

“Essa iniciativa é de extrema valia para o modelo, na medida em que nos permite evidenciar toda a solidez do principal vetor de desenvolvimento socioeconômico da região”, disse o presidente Silva, ao apresentar o modelo à comitiva. Silva assinalou que o modelo, somente nos sete primeiros meses deste ano, faturou mais de R$ 96 bilhões, valor 9,97% superior ao mesmo período de 2021. No ano de 2021, a título de exemplo, o faturamento global foi de R$ 160 bilhões.

“Mais importante que isso, é um modelo que emprega, diretamente, 107.500 colaboradores”, destacou o empresário. “Se considerarmos a nova metodologia da própria Suframa, poderíamos facilmente considerar que, entre diretos, indiretos, mantidos, induzidos, na cadeia de suprimentos e em Pesquisa e Desenvolvimento, o Polo Industrial é responsável por mais de 800 mil empregos no Amazonas e no Brasil”.

De acordo com o presidente da FIEAM, o Polo Industrial de Manaus (PIM) é importante não somente para o Amazonas, mas para o Brasil como um todo. “É importante não somente porque confere desenvolvimento socioeconômico e dignidade à população local, mas porque garante a soberania nacional sobre um território de inestimável valor”, afirmou Silva.

O presidente do CIEAM, Luiz Augusto, agradeceu aos jornalistas por aceitarem o convite para conhecer o funcionamento das empresas e as pessoas do PIM, as atividades econômicas locais e sustentáveis, assim como as experiências amazônicas.

“Aqui vocês vão ter a oportunidade de conhecer uma indústria no coração da floresta, uma economia que nasceu e cresceu referenciada pela ecologia, pelo bioma Amazônia, e já não consegue produzir de outro jeito. A floresta, para nós, é sagrada, é valor e é necessidade. Ao oferecer 500 mil empregos, entre diretos e indiretos, e conservar 97% da cobertura vegetal do estado, a partir do PIM, podemos afirmar duas certezas: esta indústria é o marco da economia verde no Brasil. E quem quiser destruir a floresta que comece destruindo o Polo Industrial de Manaus”, disse Rocha.

Segundo Rocha a indústria faz parte das soluções econômicas de que o Brasil precisa. “Geramos mais impostos que consumimos. De 2000 a 2018 foram cerca de R$ 110 bilhões de superávit”, afirmou o presidente do CIEAM.

Participaram também do evento o superintendente da Suframa, Algacir Polsin, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletrônicos (Eletros), Jorge Junior, representante da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Anderson Chaves, presidente da ACA, Jorge Lima, presidente da CDL-Manaus, Ralph Assayag, reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), André Zogahib, entre outros.

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