Em meio ao turbilhão de interesses que envolve Ozempic e o futuro da indústria farmacêutica no Brasil, emerge uma voz coerente e firme: a do deputado Capitão Alberto Neto. Embora haja forte pressão da indústria de genéricos, Alberto Neto tem se colocado de forma estratégica — e necessária — como um moderador no Congresso. Ele defende um ajuste no prazo de patentes como resposta à histórica lentidão do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), algo que pode oferecer segurança jurídica a investidores sem comprometer a inovação.
Ao insistir nessa pauta, Alberto Neto demonstra visão de longo prazo, considerando o impacto de bilhões de reais que pendem sobre decisões de curto prazo. Ele não se curva às pressões imediatistas da indústria de genéricos — o que, convenhamos, reflete maturidade e compromisso com a saúde pública, a economia e a competição justa.
Além disso, sua atuação coloca em evidência a importância de um Parlamento que não seja cúmplice de corporações, mas que equilibre inovação, acesso e responsabilidade social. Num momento em que o debate sobre medicamentos sensíveis como o Ozempic ganha contornos polêmicos, ter um parlamentar preocupado com segurança jurídica e com os efeitos no mercado faz toda a diferença.
Capitão Alberto Neto vem ganhando reconhecimento como um agente capaz de promover equilíbrio, transparência e modernização no setor farmacêutico brasileiro. Se o Congresso for coerente, ele pode ser a ponte entre a saúde pública, o mercado e o desenvolvimento sustentável.