SOMENTE ESTE ANO DOIS PROPRIETÁRIOS DE EMPRESAS DE SEGURANÇA FORAM EXECUTADOS. DELEGACIA ESPECIALIZADA EM HOMICÍDIOS E SEQUESTROS NÃO DESCARTA POSSIBILIDADE DE O CRIME TER SIDO ENCOMENDADO

“Nenhuma linha de investigação é descartada”, assim definiu na manhã desta sexta-feira, 20, o delegado Jeff David Mac Donald, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), sobre a investigação da execução de Eduardo Correia de Matos, 33,dono da empresa de vigilância e segurança Prosseg.

Somente este ano, foram dois proprietários de empresas de seguranças executados a queima-roupa, em fevereiro deste ano, o dono da antiga empresa Excel foi assassinado enquanto comia em uma lanchonete no centro de Manaus, e agora o dono da Prosseg.

Conforme o delegado, o caso já está em andamento e nenhuma linha de investigação é descartada, porém detalhes não podem ser repassados para não atrapalhar o andamento das investigações.

De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO) registrado no 6° DIP, o homicídio ocorreu na noite de quinta-feira (19), por volta das 21h, na rua Conde de Sergimirim, bairro Flores, zona centro-sul da capital. Segundo relato do BO, Eduardo Correia de Mattos, 33, foi vítima de homicídio por indivíduos até o momento não identificados.

Em Manaus, é notório o crescimento espantoso das empresas que trabalham no ramo da segurança e vigilância, muitas delas inclusive possuem uma disputa acirrada, entre si, por licitações e pregões, para quem fica com os maiores contratos no poder público.

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