APÓS CEM DIAS DE GOVERNO, AMAZONINO DIZ QUE SEPAROU ‘JOIO DO TRIGO’ E ESTABILIZOU CONTAS

Ao fazer o balanço dos cem primeiros dias à frente do governo do Estado do Amazonas, Amazonino Mendes (PDT) disse que foi possivel separar o “joio do trigo” e estabilizar as contas. Ele destacou que para este ano, pretende aumentar a receita e estar atento para as secretarias de Saúde, Segurança e Educação.

A avaliação de sua gestão foi feita em coletiva de imprensa na sede do governo do Estado, na manhã de hoje. Entre os presentes, o vice-governador e secretário de segurança, Bosco Saraiva, o secretário de Fazenda, Alfredo Paes e o secretario de saúde Francisco Deodato.

“Encontramos o Estado com dívidas contraídas de forma ilegal. Pagava-se, mas tínhamos a ausência de serviços. O que é mais grave”, alegou. “Fizemos o levantamento, o periciamento e tivemos que continuar trabalhando com eles. O negócio é complexo, mas começamos a dominar”.

Amazonino atentou que o governo repactuou o pagamento de dívidas de governos passados e selou acordo com cooperativas médicas e empresas terceirizadas. As dívidas chegavam a R$ 311 milhões. “Ja pagamos R$ 213 milhões na saúde, que estava há cinco meses na caoticidade. Não se pagava as cooperativas médicas. Já estamos colocando o carro nos eixos”, afirmou.

Amazonino destaca que as expectativas são boas para o ano de 2018, por conta da melhora da economia. “Queremos aumentar a receita. Própria economia está reagindo. A Zona Franca tem a característica de reagir primeiro, da mesma forma que é afetada primeiro. Estamos muito atentos a outras atividades econômicas que vamos desenvolver”, afirmou.

O governador acrescenta que durante este ano estará atento para as áreas da saúde, segurança e qualidade de ensino superior e técnico. “É necessário ampliar as ações de EaD, formar melhor os jovens melhorando cursos na Uea. Vamos cuidar do interior que foi abandonado, sem ser contemplado. Houve um fundo específico para o interior desviado para pagar custeio de nomeações desnecessárias para o estado”, afirmou.
Bosco Saraiva ressaltou que com as medidas de ampliação de operações e  policiamento nas ruas, foi possível a redução de 50% nos casos de latrocínio. “A segurança era um dos setores mais bagunçados, com grandes reivindicações”, afirmou.

Na área da segurança foram repactuados contratos e reduzido valores pagos em serviços prestados.

O secretário de saúde, Francisco Deodato informou que diversas obras, incluído interior foram retomadas, como Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Ainda no interior, foram selados acordos com as prefeituras para atualizar os repasses de recursos. “Conseguimos colocar mais de R$ 35 milhões. Foram 17 meses sem repasse para as prefeituras. O pacto feito com cada prefeito terá a oportunidade do município dividir essa questão da saúde com o Estado”

 

FONTE: PORTAL ACRITICA

 

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