“NÓS PRECISAMOS PREPARAR A ZONA FRANCA DE MANAUS PARA INDÚSTRIA 4.0 OU NOSSOS PRODUTOS NÃO TERÃO MAIS COMPETITIVIDADE”, AFIRMA OMAR AZIZ

O senador e candidato a governador do Amazonas, Omar Aziz (PSD), afirmou, durante reunião com membros da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), nesta quinta-feira (20/9), que é preciso preparar as indústrias da Zona Franca de Manaus e os trabalhadores do modelo econômico para as novas tecnologias.

“Nós precisamos preparar a zona Franca de Manaus para indústria 4.0 ou nossos produtos não terão mais competitividade. É preciso fortalecer o nosso modelo econômico garantindo segurança jurídica para que outras empresas possam investir no Amazonas”, disse Omar Aziz.

Aziz lembrou que a bancada do Amazonas no senado, liderada por ele, conseguiu derrubar o decreto do presidente Temer que baixava a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos concentrados produzidos na Zona Franca de Manaus (ZFM) usados na produção de refrigerantes. O decreto afetava diretamente a Coca-Cola que atua em Manaus há 28 anos no Estado.

“Foi um golpe que atingiu a credibilidade do modelo Zona Franca. No senado nos mobilizamos e conseguimos derrubar. Votamos com certa dificuldade mas conseguimos. Coisa que é muito difícil aprovar no senado, um decreto legislativo derrubando um decreto do presidente”, completou.

O candidato também falou sobre suas propostas para a geração de emprego como o Primeiro Passo. O programa será realizado em parceria com a iniciativa privada e dará oportunidade de emprego aos jovens que buscam sua primeira oportunidade. Na área da segurança, Omar falou sobre o Ronda Total que atuará de forma repressiva e preventiva, que será desenvolvido em parceria com as secretarias de Segurança, Educação, Cultura, Esporte, Assistência Social, igrejas e prefeituras.

O presidente da Fieam, Antonio Silva, disse que a recuperação da competitividade das empresas, e a geração de emprego e renda é o objetivo buscado pelos empresários junto aos Poderes Executivo e Legislativo. “Entendemos que a aprovação, em 2016, da prorrogação da política de incentivos fiscais vigentes da Zona Franca de Manaus (ZFM), isoladamente, não é suficiente para transpor as inconformidades estruturais do modelo, nem para interiorizar o crescimento econômico. Esses déficits precisam ser a fim de que possamos atingir novos padrões tecnológicos e logísticos, exigidos pelo mercado”, acrescentou Silva.

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